A forma como a Espiritualidade vê atualmente o Mundo

Atualmente o Mundo está em guerra.

Todos nós nos questionamos diariamente como é possível que em pleno ano de 2022 (Século XXI) ainda existirem países em guerra. Como é possível que num Mundo desenvolvido, num Mundo global e num Mundo que está na sua IV Revolução Industrial isto acontecer.

Isto acontece devido a muitos assuntos, como todos nós sabemos, tais como: políticos, económicos e financeiros. Mas, sobretudo devido a líderes políticos, ao capitalismo, a regimes políticos, a leis comunistas e imperialistas, a guerras em nome de Deus… que atacam todos os Direitos Humanos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo como a ONU:

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Onde é que nós assistimos ao espírito de fraternidade nos países em guerra? E por vezes até nos países que não estão em guerra?

Atualmente o Mundo está pesado. Sente-se isso, vê-se e isso existe mesmo.

Há muito pouco tempo também assistimos nos países orientais a uma ou mais que uma guerra. O que causou uma grande vaga de refugiados vindos do Oriente e resultou daí muitas vidas perdidas ao tentarem ter melhores condições de Vida. Diariamente também somos confrontados com todo o tipo de adversidades tais como: a queda de aviões, mudanças ambientais, fome, crianças caídas em poços, doenças, sismos, entre outras.

O Mundo saiu há pouco mais de dois anos de uma outra guerra… Que obrigou todo o Mundo a parar.

Uma guerra silenciosa, uma guerra sanitária que nos privou de muitas e muitas coisas. Que nos tirou muito… muito mesmo.

Dois anos que equivalem a dez anos ou talvez mais. Dois anos em que todos nós tínhamos a esperança que a humanidade mudasse… Se tornasse mais afetuosa, tolerante e respeitosa com tudo e com todos.

Afinal esta nossa esperança parece que não foi sentida nem ouvida. Todos nós pensamos que o outro se tornaria mais tolerante, respeitoso e mais afetivo. Mas, será que nós próprios nos tornamos nisto? Nós próprios somos mais tolerantes, respeitos e afetivos?

O tempo de confinamento como referi nos artigos que escrevi sobre a COVID-19 era um compasso de espera; era uma forma de nos preparamos para sermos mais tolerantes, respeitosos e afetuosos com tudo e com todos.

O confinamento foi uma paragem obrigatória da Espiritualidade para que todos nós preparássemos. Para a mudança vibratória do Amor Incondicional; para a mudança de atitudes e ações e para a gratidão como principal valor social.

Também referi que se não mudássemos que voltaríamos a confinar e assim foi. Durante esse tempo deveríamos meditar e enviar energia positiva para a Mãe Terra para mudarmos a vibração do nosso Planeta.

A Espiritualidade também pediu a todas as outras fés orações, meditações, envios de energia, entre outros, para aumentar a vibração do Planeta para que a Luz pudesse vencer. Um trabalho que foi conseguido juntando diversos Trabalhadores da Luz conectados com o Universo para que a Luz vencesse.

Assim como também as orações diárias que a Nossa Senhora de Fátima pediu ao Mundo através dos segredos dos Três Pastorinhos.

Mas parece que tudo isto não foi o suficiente, levando-nos ao momento em que atualmente o Mundo está: numa guerra.

O trabalho da Espiritualidade foi um trabalho de todos nós: todos nós sermos um (unitário). Porque todos nós somos uma… uma peça do puzzle… de um grande puzzle.

O Mundo é só um, e é tudo para ser um… um grande puzzle. O objetivo do Mundo através da Espiritualidade é sermos um só.

A guerra está aí porque é para sermos um, para se juntar mais uma peça ao grande puzzle. Mas, pelo meio o Mundo foi atacado por negatividade e por isso nos encontramos atualmente como estamos.

Atualmente encontrámo-nos a iniciar no que a Espiritualidade da Fé Católica afirma como o Apocalipse.

De acordo com Mateus 24:6–8:

E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores.

Estamos em tempo de mudança de paradigma espiritual de novas vindas para a criação de algo com muita Luz. É preciso ter fé, acreditar e deixar fluir.

E no final quem mantiver a sua fé será encaminhado. Precisamos também de mais Paz e de a cultivar neste Planeta que é atualmente a nossa casa.

Nasmastê! 🙏

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Patrícia Correia

Licenciada em Ciências Sociais - Minor em Serviço Social pela Universidade Aberta. Mestranda em Serviço Social na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Em descoberta do meu EU Superior. Formação em Terapias Holísticas: Reiki USui Shiki Ryoho - Nível III, Curso de Meditação - Praticante I e Formação de Instrutora de Yoga para Grávidas e Seniores.

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